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domingo, 17 de abril de 2016

Um encontro

Osmar J. Santos


Era tarde e já estavam fechando. Trocamos contatos, nos despedimos e fomos embora. 
Ficamos ali sentados, conversando por algum tempo.
Mergulhado na leitura de Divórcio, do Lísias, sequer percebi sua aproximação.
Cheguei e olhei em volta - não havia ninguém. Era Sábado. Aquele ambiente que durante a semana transpira agonia, naquele momento tornava possível que eu respirasse silêncio.
Conferi mais de uma vez se havia travado o carro.
No chuveiro, perguntei-me se conseguiria estacionar. Concluí que sim. Era Sábado e poucas pessoas vão à biblioteca no Sábado.
Não havia sabonete no banheiro. A casa estava vazia mas optei por uma toalha. Atravessei o corredor e fui ao quarto. Na gaveta, um Phebo e um Senador. Não lembro qual peguei.
No chuveiro, perguntei-me se conseguiria estacionar. Concluí que sim. Era Sábado e poucas pessoas vão à biblioteca no Sábado.
Conferi mais de uma vez se havia travado o carro.
Cheguei e olhei em volta - não havia ninguém. Era Sábado. Aquele ambiente que durante a semana transpira agonia, naquele momento tornava possível que eu respirasse silêncio.
Mergulhado na leitura de Divórcio, do Lísias, sequer percebi sua aproximação.
Ficamos ali sentados, conversando por algum tempo.
Era tarde e já estavam fechando. Trocamos contatos, nos despedimos e fomos embora.

domingo, 10 de abril de 2016

Bloqueio criativo

Osmar J. Santos

Eu, que já nem faço rima
por pouco saber de coração,
encerro aqui esses versos
por falta de inspiração.